06 maio 2012
02 maio 2012
01 maio 2012
DIA DO TRABALHADOR
ACORDAI
Acordai
acordai
homens que dormis
a embalar a dor
dos silêncios vis
vinde no clamor
das almas viris
arrancar a flor
que dorme na raíz
Acordai
acordai
raios e tufões
que dormis no ar
e nas multidões
vinde incendiar
de astros e canções
as pedras do mar
o mundo e os corações
Acordai
acendei
de almas e de sóis
este mar sem cais
nem luz de faróis
e acordai depois
das lutas finais
os nossos heróis
que dormem nos covais
Acordai!
- Fernando Lopes Graça
30 abril 2012
25 abril 2012
24 abril 2012
21 abril 2012
16 abril 2012
09 abril 2012
08 abril 2012
07 abril 2012
06 abril 2012
A NÃO-NOTÍCIA
Olhando as primeiras páginas dos jornais desta manhã, há uma
não-notícia que se sobrepõe às medidas fortemente restritivas tomadas pelo
governo de forma desonestamente secretista, quer sobre os cortes (temporários?)
dos subsídios de férias e Natal dos funcionários públicos e pensionistas quer
na proibição não anunciada nem explicada da proibição (temporária?) das
antecipações das reformas. Dizia eu que a tal não-notícia se sobrepõe a todas estas
recentes (más!) notícias. No campo das (relativas) boas notícias – bem cada vez
mais escasso, diga-se – só a da passagem heróica do “meu” Sporting às meias-finais
da Liga Europa.
Mas então qual é essa não notícia que quero destacar?
Há pouco mais de 2000 anos num local ermo da Palestina, o Império Romano
procedia a uma execução. Os condenados eram três. Dois deles eram
reconhecidamente marginais, e pagavam com a vida o preço de uma carreira
dedicada ao crime. O terceiro e destacado condenado era um judeu, de nascimento
humilde, de vida impoluta, exemplar, sem qualquer mácula, não havendo uma única
testemunha que pudesse afirmar ser culpado de qualquer crime. Pelo contrário,
não faltariam testemunhas do seu altruísmo, da sua dedicação aos outros, de se
entregar a si próprio sem nunca requerer ou sugerir qualquer compensação. Por
outro lado, não faltaram também poderes instalados que o acusaram de abanar os alicerces
de um sistema que não admitia outsiders,
muito menos quando estes ousavam desafiar o status
quo como só Ele poderia fazer e fez! E por isso mesmo o condenaram.
Pagou com a vida a sua extraordinária ousadia, diriam hoje alguns
comentadores políticos. Afrontar o sistema judaico de fortíssima componente
tradicional, ainda por cima num enquadramento político adverso de ocupação
imperial era suicidário sob qualquer ponto de vista social ou político-estratégico.
Acontece, porém, que a Sua Missão não era política, geo-estratégica ou meramente
humanista ou pacifista. A Sua Missão era demonstrar à Humanidade o Grandioso
Amor de Deus. A Sua verdadeira Missão era a redenção dessa mesma Humanidade. E
nesse sentido era necessário que as profecias se cumprissem e que fosse até à
cruz e que ali desse a sua vida de Homem para que o Homem percebesse que Deus
tinha vindo até si para ressuscitar a esperança. A esperança do renascer, da verdadeira
vida, da vida tão abundante que se fez eterna.
Ninguém afinal lhe tirou essa vida. Foi Ele que decidiu oferecê-la. Já
tinha dado tudo o resto. Só faltava carregar sobre si a condenação dos outros.
A minha também. Sobretudo.
O seu Nome?
Cidadão judeu, conhecido publicamente como Jesus de Nazaré e chamado O
Cristo.
Pouco mais de dois mil anos depois hoje é feriado porque Ele morreu.
E no Domingo volta a ser feriado porque Ele ressuscitou.
Pouco mais de dois mil anos depois continua a não merecer a mais pequena
referência nas primeiras páginas dos nossos jornais.
Para milhões em todo o mundo Ele é a verdadeira BOA NOTÍCIA.
Para mim, particularmente, é a ÚNICA!
Abel José Varandas
Sexta-Feira Santa, 2012.04.06
Sexta-Feira Santa, 2012.04.06
05 abril 2012
02 abril 2012
31 março 2012
23 março 2012
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15 março 2012
14 março 2012
08 março 2012
O A.O. É SIMPLEX
O acordo ortográfico e o futuro da língua portuguesa
Tem-se falado muito
do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da
simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as
pessoas realmente falam. Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até
começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser
repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos
estrangeiros.
Comecemos pelas
consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas.
É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.
É um fato que não se pronunciam. Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se? O que estão lá a fazer? Aliás, o qe estão lá a fazer? Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade.
Outra complicação
decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras
diferentes qe pode ter a mesma letra.
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s”?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç”.
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som.
Porqe é qe “assunção” se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s”?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o “ç”.
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som.
Como consequência,
também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre
e apenas “s”.
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z”.
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z”.
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um “z”.
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z”.
Quanto ao “c” (que
se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com
vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza,
não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k”.
Não pensem qe me
esqesi do som “ch”.
O som “ch” pasa a ser reprezentado pela letra “x”. Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não? O “x” xama-se “xis”. Poix é iso mexmo qe fiqa.
O som “ch” pasa a ser reprezentado pela letra “x”. Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não? O “x” xama-se “xis”. Poix é iso mexmo qe fiqa.
Qomo podem ver, já
eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e
também a tripla leitura da letra “x”.
Reparem qomo,
gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix
expontânea, maix simplex. Não, não leiam “simpléqs”, leiam simplex. O som “qs”
pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural.
No entanto, ax
mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente.
Vejamox o qaso do
som “j”. Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”. Para qê
qomplicar?!?
Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j”. Serto? Maix uma letra muda qe eliminamox.
Se uzarmox sempre o “j” para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j”. Serto? Maix uma letra muda qe eliminamox.
É impresionante a
quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem! Uma
língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode
impôr-se qom tantax qompliqasõex? Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde
tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade?
Outro problema é o
dox asentox. Ox asentox só qompliqam!
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox.
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox.
A qextão a qoloqar
é: á alternativa? Se não ouver alternativa, pasiênsia.
É o qazo da letra
“a”. Umax vezex lê-se “á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado. Nada a
fazer.
Max, em outrox
qazos, á alternativax.
Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax vezex lê-se “u” e outrax, ainda, lê-se “ô”. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso! Para qe é qe temux o “u”? Para u uzar, não? Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax vezex lê-se “u” e outrax, ainda, lê-se “ô”. Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso! Para qe é qe temux o “u”? Para u uzar, não? Se u som “u” pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil! Pur seu lado, u “o” pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra
“e”, também pudemux fazer alguma qoiza: quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u
“e”. U mexmu para u som “ê”. Max quandu u “e” se lê “i”, deverá ser subxtituídu
pelu “i”. I naqelex qazux em qe u “e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a”.
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex.
Pudemux ainda
melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão”
pur “aum”, “ães” – ou melhor “ãix” – pur “ainx” i “õix” pur “oinx”.
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Pensu qe ainda
puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu
já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da
ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua
purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu.
Será qe algum dia
xegaremux a exta perfaisaum?
Maria Clara
Assunção
in A BIBLIOTECA DE JACINTO
06 março 2012
02 março 2012
28 fevereiro 2012
22 fevereiro 2012
21 fevereiro 2012
República da Anomia
“A anomia é um estado de falta de objetivos e
perda de identidade, provocado pelas intensas transformações ocorrentes
no mundo social moderno. A partir do surgimento
do Capitalismo, e da tomada da Razão,
como forma de explicar o mundo, há um brusco rompimento com valores tradicionais, fortemente ligados à concepção religiosa.
A Modernidade, com seus intensos processos de mudança, não
fornece novos valores que preencham os anteriores demolidos, ocasionando uma
espécie de vazio de significado no cotidiano de muitos indivíduos. Há um sentimento de se
"estar à deriva," participando inconscientemente dos
processos coletivos/sociais: perda quase total da atuação consciente e da
identidade.” (fonte: Wikipedia)
Dia de Carnaval.
Neste dia em que me disseram que
teria que trabalhar para ajudar ao crescimento do PIB, sinto-me profundamente
grato ao meu povo. E aos empresários do meu país que, naturalmente, também
fazem parte desse povo.
Questionei-me sobre o que significaria
a sigla PIB e descobri que o governo não falava afinal do PRODUTO INTERNO BRUTO,
até porque o funcionalismo público
(FP) em pouco ou nada contribui para este, mas de PIV = PREPARADOS para vos
INFERNIZAR a VIDA!
Afinal, o povo deste país deu a
resposta devida ao sr. primeiro-ministro que resolveu por os seus “dependentes”
a trabalhar para dar boa imagem aos seus chefes troikeiros. Ai de que eles
viessem cá hoje avaliar e dar novas instruções e o FP em grande folia
carnavalesca, quiçá a celebrar o corte dos subsídios. “Aqui d’el rei”.
Com o seu líder António Saraiva à
cabeça, os empresários do sector privado deste país resolveram maioritariamente
encerrar as suas portas neste dia porque terão chegado à conclusão óbvia de que
as tradições enraizadas num povo não se alteram por decreto e, muito menos, com
duas semanas de antecedência.
Os valores e objectivos nesta
nossa sociedade de tradição judaico-cristã há muito que estão em degradação,
declínio e desaparecimento acelerado. A caminho da deriva identitária. Do
vazio irreversível. Da sociedade das cifras e dos cifrões.
Hoje cheguei adiantado ao
trabalho. Trânsito? Parecia um Domingo.
Aliás, a memória neste país é
curta e o sr. primeiro-ministro ainda era uma criança quando a “moda” foi
lançada por Vasco Gonçalves num célebre Domingo de 1975 (apesar de ficarmos a
dever a esse mesmo vulto a obrigatoriedade dos subsídios agora retirados!).
Quanto ao PIV, sr. STEPS RABBIT (é
Carnaval e o sr. também não vai levar a mal), já estamos a sentir na pele os
seus efeitos a cada segundo que passa.
Fico à espera de um apuramento por parte do INE do impacto deste “dia de trabalho” no crescimento do PIB, o bruto.
Bom Carnaval a todos,
especialmente para nós, FP, que não necessitamos de máscaras até porque já nos
investiram permanentemente no papel de pagadores da crise criada e desenvolvida
por uns foliões que só neste dia vem, afinal, tirar a sua máscara e se apresentam
como os verdadeiros “gigantones cabeçudos” deste corso panorâmico chamado
Portugal.
Abel J. Varandas
2012.02.21
20 fevereiro 2012
Caros amigos 2
Caros amigos,
Se não tivesse outras (e tem!) o FB tem esta virtualidade de, através dos amigos, nos "aquecer" a alma quando a tribulação aperta.
O João está a recuperar bem! Aliás, ele é um campeão e vai vencer, mais uma vez!
A vitória da minha fé também acontecerá no momento certo. É essa a confiança que temos Nele.
A todos, incluindo aqueles que sem sequer me conhecer pessoalmente mas fazendo parte do mesmo Corpo, me fizeram chegar de várias formas o seu carinho e abraço amigo, a minha profunda gratidão. Bem-hajam e...continuando a orar...
Um forte abraço,
Abel José Varandas
18 fevereiro 2012
Caros amigos
Caros
amigos,
Os que me conhecem melhor sabem que o meu filho, João Miguel, 18 anos, estudante de Engenharia Informática, vive com a mãe e é a "luz dos meus olhos".
Hoje de manhã fui surpreendido com uma chamada telefónica dele, que se encontrava na Urgência do Hospital desde as 6 horas da manhã com dores abdominais e que se veio a apurar ser uma cólica renal. O diagnóstico detectou um cálculo renal.
Os mesmos amigos sabem também que há 9 anos atrás tive um acidente que me levou o cotovelo do braço direito.
Na altura, sem perceber muito bem porquê, a minha primeira reacção foi agradecer a Deus o acidente.
Mais tarde percebi porque o Espírito que habita em mim, me levou a "em tudo dar graças". Foi o Pai a chamar-me do caminho transviado em que eu me tinha envolvido. Percebi também que quando algo complicado nos acontece e a pergunta mais natural é "porquê?", o que devemos efectivamente indagar é "para quê?".
Tenho vindo a orar diariamente para que o João sinta "sede" de beber da Água Viva e "fome" do Pão da Vida.
Quem sabe se este problema de saúde surge para que ele perceba que não é auto-suficiente e sinta um apelo interior para conhecer Aquele que é Senhor de todas as coisas.
Assim o espero e por isso também oro. Bem como pelas suas melhoras.
Àqueles que se quiserem juntar a mim nesta oração, a minha profunda gratidão.
Vosso,
Abel José Varandas
Os que me conhecem melhor sabem que o meu filho, João Miguel, 18 anos, estudante de Engenharia Informática, vive com a mãe e é a "luz dos meus olhos".
Hoje de manhã fui surpreendido com uma chamada telefónica dele, que se encontrava na Urgência do Hospital desde as 6 horas da manhã com dores abdominais e que se veio a apurar ser uma cólica renal. O diagnóstico detectou um cálculo renal.
Os mesmos amigos sabem também que há 9 anos atrás tive um acidente que me levou o cotovelo do braço direito.
Na altura, sem perceber muito bem porquê, a minha primeira reacção foi agradecer a Deus o acidente.
Mais tarde percebi porque o Espírito que habita em mim, me levou a "em tudo dar graças". Foi o Pai a chamar-me do caminho transviado em que eu me tinha envolvido. Percebi também que quando algo complicado nos acontece e a pergunta mais natural é "porquê?", o que devemos efectivamente indagar é "para quê?".
Tenho vindo a orar diariamente para que o João sinta "sede" de beber da Água Viva e "fome" do Pão da Vida.
Quem sabe se este problema de saúde surge para que ele perceba que não é auto-suficiente e sinta um apelo interior para conhecer Aquele que é Senhor de todas as coisas.
Assim o espero e por isso também oro. Bem como pelas suas melhoras.
Àqueles que se quiserem juntar a mim nesta oração, a minha profunda gratidão.
Vosso,
Abel José Varandas
17 fevereiro 2012
16 fevereiro 2012
15 fevereiro 2012
14 fevereiro 2012
12 fevereiro 2012
10 fevereiro 2012
08 fevereiro 2012
Carta aberta ao sr. primeiro-ministro
Carta
aberta ao sr. primeiro-ministro
Não, não aderi ao acordo ortográfico. Escrever o seu título com letra “pequena” foi apenas para condizer com a sua estatura moral. O senhor, efectivamente, é minúsculo!
Não, não aderi ao acordo ortográfico. Escrever o seu título com letra “pequena” foi apenas para condizer com a sua estatura moral. O senhor, efectivamente, é minúsculo!
Minuscúlo
porque não se limita a seguir princípios que alguns apelidam de neo-liberais
mas que eu, e certamente muitos como eu, preferem chamar de fascizantes,
retrógrados e impulsionadores de retrocessos civilizacionais inexplicáveis e
incomportáveis a quem tenha um mínimo de bom senso. Não, o sr., muito para além
disso, quis demonstrar com toda a clareza que também é mal formado, mal educado
e, basicamente, um escroque moral.
Apelidar
de “piegas” um povo que, directa ou indirectamente, o elegeu* é, no mínimo
“escarrar” sobre a dignidade de uma nação que subsistirá muito para além de si
e dos energúmenos como o sr.
Quero
lembrar-lhe que se este país chegou perto do ponto miserável para o qual
caminhamos inapelavelmente, deve-o ao sr. e aos seus colegas políticos corruptos,
irresponsáveis e criminosos que nos tem
conduzido à beira deste abismo para onde continuam a empurrar-nos diariamente.
Faça
um favor aos “piegas” e siga outro dos seus brilhantes conselhos, emigre! Isto
é, se houver algum povo com dignidade que o aceite… Mas talvez a Merkel ou o
Sarkozy, seus grandes amigos, o queiram por lá para continuar a insultar a
inteligência de quem não está para o aturar.
Há quem ache
que o sr. quis mascarar-se de político honesto e trabalhador.
Não!
Discordo!
O sr. e os seus
colegas vão tirar a máscara neste Carnaval e vão aparecer com a verdadeira
face.
E é, afinal, tão simples: bastará retirar o “i” ao epíteto que o sr. endereçou aos portugueses !
E é, afinal, tão simples: bastará retirar o “i” ao epíteto que o sr. endereçou aos portugueses !
Abel J. Varandas
2012.02.08
* Graças a Deus não votei em si!
04 fevereiro 2012
Uma grande senhora
Tuskegee, 4 de fevereiro de 1913 - Detroit, 24 de Outubro de 2005
Em 1 de Dezembro de 1955, Rosa Parks recusou-se frontalmente a ceder o seu lugar no autocarro a um branco tornando-se símbolo do movimento denominado Boicote aos Autocarros de Montgomery (fonte:WIKIPEDIA)
Em 1 de Dezembro de 1955, Rosa Parks recusou-se frontalmente a ceder o seu lugar no autocarro a um branco tornando-se símbolo do movimento denominado Boicote aos Autocarros de Montgomery (fonte:WIKIPEDIA)
"Saber o que tem de ser feito acaba com o medo. Quando eu me sentei no autocarro naquele dia, não fazia ideia de que iria fazer história, apenas pensava em chegar a casa. Mas eu tinha de me decidir. Depois de muitos anos a ser uma vítima...não desistir do meu lugar e tudo o que tivesse que enfrentar a seguir, não era importante...Senti que o Senhor me daria a força para aguentar o que quer que eu tivesse que aguentar. era altura de alguém se levantar - ou no meu caso, de se sentar."
- Rosa Parks
(in A PALAVRA PARA HOJE 2012.01.29)
(in A PALAVRA PARA HOJE 2012.01.29)
[Singela homenagem na passagem do 99º aniversário do seu nascimento]
31 janeiro 2012
30 janeiro 2012
27 janeiro 2012
23 janeiro 2012
21 janeiro 2012
Moralismo bacoco das "virgens ofendidas" 2
Ainda mal refeito de terem mudado o nome dos subsídios de férias e Natal para "abonos suplementares", eis senão quando, o tal que usa sabonete "Pilatos" vem publicamente pedir uma esmolinha para pagar as contas. Que ele e a Maria são muito poupadinhos , senão...(lembram-se que até se fartaram de perder dinheiro em acções do BPN/SLN...), que da CGA recebe uns míseros 1300 €, é só necessidades, e despesas, e assim...
O choradinho até me deixou condolido.
Mas depois lembrei-me que o Publicano-Mor do Reino, cortou os subsídios aos funcionários públicos e pensionistas que auferem mais de 1.100 € (mais 100 euritos que inicialmente).
Desse modo, o coitado vai também perder os subsídios, ou será que também tem direito a "abonos suplementares"?
Foi então, que, modéstia àparte, tive uma ideia que, a seu tempo, irá, sem sombra de dúvida, ser considerada unanimemente como genial:
lembrei-me de lançar, não uma PETIÇÃO PÚBLICA, mas um PEDITÓRIO PÚBLICO a favor do amante de bolo-rei e de sabonetes "Pilatos".
Quem sabe se, vindo o dito cujo a ter conhecimento da minha nobre iniciativa, não intercede para que eu possa também vir a ter direito (embora transitório...mas eu entendo, não se pode ter tudo!) a um pequeno "abono suplementar" para pagar umas contitas (salvo seja, que elas são cada vez maiores) que eu devo aos senhores publicanos?
Sim que eu, apesar de poupadinho, também tenho necessidades. Que as tenho. E ainda por cima não tenho Maria. Valha-me Deus!
Quiçá?!
Abel Varandas
2012.01.21
20 janeiro 2012
Moralismo bacoco das "virgens ofendidas"
Assistimos passivos e quase inertes aos impropérios provindos de uma facção de políticos contra a outra, pretensamente fundados em sucessivas atitudes imorais prosseguidas pelos seus opositores.
"Votem em nós porque connosco o "regabofe" vai acabar." - apelam.
Depois, aparecem "outros" a ficar muito preocupados com aqueles portugueses que irão ser alvo de falta de "equidade fiscal" e, depois de levantarem a sua voz, lavam as suas mãos com sabonete "Pilatos" na hora da verdade.
Finalmente, voltamos ao mesmo "filme" passado em "reprise" contínua.
E nós, pacatos cidadãos, reclamamos e satisfazemos o ego com o mero, subjectivo e tristemente inócuo esboço de indignação.
Até que nas próximas eleições a roda volte a girar.
"Senhoras e Senhores, nova viagem!"
Redundantemente, e com uma sensação gritante de desespero impotente, perguntamos:
Até quando?
E nós, pacatos cidadãos, reclamamos e satisfazemos o ego com o mero, subjectivo e tristemente inócuo esboço de indignação.
Até que nas próximas eleições a roda volte a girar.
"Senhoras e Senhores, nova viagem!"
Redundantemente, e com uma sensação gritante de desespero impotente, perguntamos:
Até quando?
Vamos proceder a um pequeno inquérito.
Quem souber a resposta à questão colocada será premiado com duas mensalidades de montante equivalente ao vencimento a serem pagas nos meses de Junho e Novembro a título de:
REGABOFE CONTÍNUO
Como se chama uma instituição que elimina os subsídios de
férias e Natal aos seus funcionários que
auferem vencimento superior a 1000€ e entretanto , inopinadamente, faz nomeações em que atribui aos nomeados a
auferir 1575€ mensais o privilégio inexplicável de receber esses subsídios, apelidando-os de “abono suplementar”?
Diário da República de 19 de Janeiro de 2012, Série II
(em especial o ponto 3)
19 janeiro 2012
18 janeiro 2012
Agradecimento
O Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem." - Provérbios 3:12
Obrigado Pai querido pela reprimenda naquele dia 18 de Janeiro de 2003.
Obrigado por me quereres tão bem!
Teu filho,
Abel José
16 janeiro 2012
15 janeiro 2012
14 janeiro 2012
There's no love for nobody else
Love me or leave me
Or let me be lonely
You won't believe me, I love you only
I'd rather be lonely
Then happy with someone else
You might find the night time
The right time for kissin'
[But night time is my time
For just reminiscin'
Regrettin' instead of forgettin'
With somebody else
There'll be no one
Unless that someone is you
I intend to be independently blue
I want your love
But I don't want to borrow
To have it today to give it back tomorrow
For your love is my love
There's no love for nobody else
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