21 janeiro 2013

O (re)início - A CONFIRMAÇÃO




Há uma semana atrás, se dúvidas persistissem no meu espírito, Deus encarregou-se de me demonstrar com eloquência, que a queda de há 10 anos atrás teve o propósito bem definido a que já me referi.
Tive, na segunda-feira da passada semana, um acidente bem mais aparatoso no meu local de trabalho, quando ficando com um pé preso nos cabos de um computador caí desamparado no chão, provocando, até, a inércia(!) estupefacta dos meus colegas.
Levantei-me um pouco dorido mas sem consequências ortopédicas ou quaisquer outras.
Tenho bem presente a queda de há 10 anos e teve bem menos aparato. Na altura nem tive consciência da gravidade da lesão no braço, pensando tratar-se de uma mera luxação.
Mas desta vez, o meu Pai, o Deus em quem confio, não tinha um “raspanete” a dar-me.
Esse foi o objectivo da queda em 2003.
Só tinha a Sua Maravilhosa Mão Protectora para me amparar.
Quando algo de (aparentemente) negativo nos acontece, deixemos de perguntar porquê. Provavelmente não vamos encontrar resposta adequada.
A pergunta a colocar é “Para quê?”.
Deus tem sempre um propósito em tudo o que nos acontece.

E ainda há quem diga que Deus não fala connosco hoje como falava antigamente…
Talvez fizéssemos bem em mudar a nossa atenção à Sua “voz” , “desinfectar” bem os nossos sentidos espirituais para, em vez de acharmos que Ele já não se faz ouvir, podermos perceber bem o que tem a comunicar a cada um de nós.

Obrigado, Senhor!
Também por esta queda.
Por todas as quedas, pois de todas elas nos levantas com o mesmo Amor!

AJV

2013.01.21

18 janeiro 2013



O (re)início



A 18 de Janeiro, mais ou menos a esta hora (19:00), há dez anos atrás sofri o acidente na sequência do qual perdi o cotovelo direito e que me limitou fisicamente ao nível desse membro superior. 

Como casmurro inveterado, Deus precisou de usar um meio bem significante para me fazer perceber a necessidade de mudar de direcção na minha vida. 

Os que me conhecem mais de perto sabem como, quase inexplicavelmente, a minha primeira reacção foi agradecer a Deus pela queda que acabara de me vitimar. 

Ao longo dos anos fui percebendo a importância vital daquele acidente para o resto da minha vida. E o porquê de ter agradecido sem ter muita consciência da razão do agradecimento. Valeu a pena! 

Hoje não trocava o cotovelo que perdi pela Paz, Certeza, Confiança e  Alegria do reatar um relacionamento estreito com Deus que então reconquistei e que me fazem afirmar hoje com toda a veemência: 

Obrigado Pai por aquele dia 18 de Janeiro de 2003, porque esse dia foi, sem sombra de qualquer dúvida, o primeiro dia do resto da minha vida!


AJV
2013.01.18

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