30 maio 2011

FACEBOOK



Recentemente, resolvi fazer uma experiência no Facebook.

Como cinéfilo inveterado e pretendendo também homenagear a Sétima Arte alterei a foto de perfil e coloquei, com intervalos de 24 a 48 horas, fotos sine die de alguns actores de cinema usualmente reconhecidos como sex symbols: George Clooney, Alain Delon, Paul Newman, Richard Gere, Gerald Butler, James Dean e Sean Connery.

Não inocentemente, a primeira alteração coincidiu com a partilha da publicação de uma citação de Milan Kundera com a qual me identifico: “O amor não se manifesta no desejo de fazer amor com alguém, mas no desejo de partilhar o sono.”

Estava curioso de qual seria a reacção das/dos internautas “facebuqueiros”. Certamente que o feed-back terá a sua leitura de um ponto de vista sociológico. Porém, a intenção foi bem mais prosaica, desapaixonada e sem ambições. E o resultado não deixou de ser deveras interessante.

Desde comentários apaixonados (de brasileiras...!!!), até as manifestações de decepção (femininas principalmente mas também masculinas…) por o perfil não corresponder à foto publicada…

O FACEBOOK é mesmo um fenómeno... simpático.

22 maio 2011

14 maio 2011

O Mundo ao Contrário ou o Selo da Vergonha


(clique no texto para ler)







Um dos sintomas da urgente necessidade de "ajuda externa" para um sistema judicial que apresenta, ele sim, uma sintomatologia terminal patológico-psiquiátrica. Será que ainda vamos a tempo?

08 maio 2011

Para ti


que tornas os meus dias
prenhos de um brilho nocturno
que nunca mais acaba.

sonhei.
a felicidade existe.
elevado ao paraíso
coberto da espuma
dos dias imersos
na solidão errante
do encontro que não chegava.

acordei.
do sonho nada fica
pressinto no teu rosto
o selo encoberto da beleza
de me trazer ao peito

por entre as ledas margens
de um leito que percorremos
um sublime aroma
encantado
que no teu colo me convida
e por dentro me assegura
bordada nos teus lábios
a certeza deste Amor





Abel José Varandas

2011.05.08

01 maio 2011

Mater


Tu, grande Mãe!... do amor de teus filhos escrava,
Para teus filhos és, no caminho da vida,
Como a faixa de luz que o povo hebreu guiava
À longe Terra Prometida.

Jorra de teu olhar um rio luminoso.
Pois, para batizar essas almas em flor,
Deixas cascatear desse olhar carinhoso
Todo o Jordão do teu amor.

E espalham tanto brilho as asas infinitas
Que expandes sobre os teus, carinhosas e belas,
Que o seu grande dano sobe, quando as agitas,
E vai perder-se entre as estrelas.

E eles, pelos degraus da luz ampla e sagrada,
Fogem da humana dor, fogem do humano pé,
E, à procura de Deus, vão subindo essa escada,
Que é como a escada de Jacó.

Olavo Bilac, in "Poesias"

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