24 junho 2014

Parabéns Padrinho!




Não importa o tempo e a distância porque entre nós nunca haverá separação alguma!

José de Paiva

19 junho 2014

Apelidos




No Partido Socialista assiste-se à triste, mas tão lusa, figura da “zanga das comadres”.
Independentemente da opinião que se tenha sobre as personalidades dos contendores, se há conclusão que se pode tirar de toda a performance política de António José desde que assumiu a “liderança” do PS, é que quer o seu discurso quer o seu comportamento dão imagem de um político que é tudo menos…seguro…!

Já no que concerne à ignóbil guerrilha criada pelo (des)governo contra o Tribunal Constitucional, e na sequência da recusa, mais que previsível e sensata, do pedido de aclaração de um acórdão claríssimo em todos os seus termos*, aparece um ministro, que mais parece um “puto reguila”, a lançar veladas ameaças e promessas de vingança que fazem transparecer uma triste figura de alguém com um discurso que tem de tudo menos de… maduro…!


JdP
2014.06.19



* Aliás, como entender que um órgão de soberania (AR) emita um pedido de aclaração sobre os termos de um acórdão e mesmo antes da resposta ao pedido que formulou, dê seguimento ao cumprimento do mesmo revelando tacitamente que entendeu perfeitamente os seus termos?**
No meu tempo, este tipo de atitudes eram consideradas como reveladoras da mais elementar má-fé.
Estou (estarei?) a ficar velho...



**  Ler o artigo aqui






05 junho 2014

Inconstitucionalidades 2


Entretanto, alertada pelo alarido, chega a repórter Luísa da Rádio Local que entrevista Alfredo ali mesmo no "local do crime".
À repórter, Alfredo, depois de tecer várias considerações sobre a situação e defender que não há direito que as entidades policiais julguem que a lei é sempre para ser levada rigorosamente a preceito e que há que haver flexibilidade perante as argumentações alheias, defendeu mesmo que não sendo apologista da supressão liminar das entidades policiais, deve, todavia, ser considerada a substituição dos agentes por pessoas mais flexíveis que actuem de acordo com as necessidades e não de acordo com princípios e regras pré-determinadas, gerais e abstractas e como tal com uma rigidez indefensável numa sociedade moderna.
- "Essa coisa de Estado-de-Direito deverá ser modernizada e em situações muito concretas até suprimida perante as necessidades económicas emergentes" - sublinhou.

Poder-se-á mesmo dizer que, a continuar com esta clareza de raciocínio e firmeza de posicionamento estratégico, Alfredo arrisca-se a ser chamado, quiçá, a outras públicas responsabilidades e imperativos...


José de Paiva
2014.04.05





Alfredo, Etelvina, Firmino e Luísa são personagens de ficção. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência (ou talvez não...)

03 junho 2014

Inconstitucionalidades



O Alfredo combinou com a mulher ir buscá-la à porta do supermercado.
A Etelvina ainda lhe disse que naquela rua era proibido estacionar, que talvez fosse melhor deixar o carro no parque do supermercado para não ter eventuais problemas com a polícia.
Mas o Alfredo insistiu que a situação seria transitória, e como era também um episódio de emergência face à necessidade de obviar à grande quantidade de compras que seria necessário carregar para a viatura já que se tratavam das compras do mês, certamente que o agente da autoridade iria compreender e, apesar da ilegalidade da situação, entenderia que a necessidade se sobreponha à ilegalidade.
Chegado à porta do supermercado, Alfredo ligou os 4 piscas da viatura e abriu a porta para preparar a mala para acomodar as compras que a Etelvina traria em breve, quando foi abordado pelo agente Firmino que lhe comunicou que ali era proibido parar e estacionar pelo que teria que remover a viatura.
Alfredo desfez-se em considerações sobre a situação ser de emergência, transitória e em como o retirar dali a sua viatura iria causar transtornos severos no seu plano de carregamento dos víveres.
O agente Firmino ainda lhe disse que compreendia os constrangimentos do Alfredo, mas a lei para além da sua universalidade, precede as necessidades particulares e circunstanciais e, como tal, deve ser cumprida. Alfredo discordava veementemente e esgrimia os argumentos da necessidade subjectiva que se sobrepunham a tudo o resto e aos quais, a seu entender, se deveria submeter a lei e, perante a situação concreta.
O agente Firmino ainda tentou explicar-lhe que existem princípios gerais estruturantes que presidem à feitura das leis e que esses princípios não podem ser ignorados ou subalternizados perante as eventuais emergências de necessidades subjectivas e conjunturais. Mas de nada valeu. Alfredo continuava na sua e agora dirigia a sua ira para com o agente Firmino que teria uma interpretação demasiado restrita, quiçá restritiva, da lei.
Para além disso, seria já a terceira vez que o agente Firmino insistia neste tipo de atitude.
Alfredo, não satisfeito com as consequências da proibição, resolveu julgá-la ininteligível e chegou até a pedir ao agente Firmino uma aclaração sobre o alcance da sua ordem...
Deste modo ganhava tempo e, quem sabe, com essa manobra dilatória chegaria onde pretendia...

Bem vistas as coisas, e por muito que as razões do Alfredo até possam ser ponderosas, o que Alfredo parece não ter entendido é o significado de ter que conformar a sua conduta às regras de um Estado-de-Direito!


José de Paiva
2014.06.03

02 junho 2014

21 anos depois...


Faz hoje 21 anos que fizeste de mim o homem mais feliz do mundo. É um inigualável privilégio ser teu pai. 

Love U "Sun" (of my life!)


 

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