21 novembro 2014

PARA QUE CONSTE



Nunca fui, não sou e nunca serei militante de qualquer partido político.
Actualmente não me revejo em qualquer formação político-partidária que merecesse sequer a simpatia do meu voto. 
Já antes da entrada da "troika" em Portugal, havia decidido não mais exercer o direito de voto.
Considero esse direito como o expoente máximo numa democracia participativa.
Acontece que, na minha óptica há já algum tempo que não existe uma democracia em Portugal e, repetindo-me, vivemos num protectorado feudal de uma "coisa" chamada de "união europeia" que rigorosamente nada tem de união a não ser a global submissão à germânica absolutista proeminência.
Francisco Assis veio declaradamente elucidar-nos sobre a ausência de diferenças substantivas entre PS e PSD. Para os incautos ou portadores de défices cognitivos terá sido de alguma utilidade...
Para os apaniguados dessas agremiações ávidas de poder, existirá democracia porque as instituições funcionam "normalmente". Advérbio que em Portugal significa burocracia, incompetência, inoperância, compadrio, desonestidade e corrupção.
Assumo a decisão de deixar de contribuir para esse peditório como um imperativo ético e de cidadania.
Gosto de comédias mas não sou adepto de paródias.
E, decididamente, não me agrada esta paródia de democracia !


JdP
2014.11.21

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