18 dezembro 2006


Natal não é quando um homem quiser!


Inventaste a vida
Como num sopro de imaginação
Do ventre de uma virgem
Fizeste Natal

Impossível diríamos
Mas o teu Reino
Não é daqui
E para Ti não há impossíveis
Só Criação e maravilha

Natal que não pedimos
Natal que não merecemos
Mas Tu te intrometeste
Invadindo o nosso mundo
Como que um intruso
Vasculhando o nosso caminho
Para o significar
De vida sem sentido
Em abundância, Contigo

Natal

Natal com um sentido
Para te fazeres Páscoa por nós.
Natal
porque nasceste como nós
e por teu nascimento
nos iluminaste
Páscoa
porque morreste por nós
e por tua morte
nos resgataste



Vida
porque ressuscitaste para nós
e por tua ressureição
Vivemos sem fim


Outra impossibilidade:
Um túmulo vazio.
A morte vencida
A vida para sempre


Afinal Natal não é
Quando um homem quiser!
O que o homem quer é efémero
Vão, vil, consumismo febril
Loucura colectiva

Natal és tu
Porque quiseste
Porque queres
Porque nos quiseste


Para que fosses nossa Páscoa

Páscoa sim
é quando quisermos
Renascer contigo
Nascer de novo

Porque só por Ti Senhor
E porque quiseste
E porque amaste
Só em Ti
é que há Natal !



2006/12/14
Abel Varandas

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