06 janeiro 2012
01 janeiro 2012
Smile...Always!
Smile thougt your heart is aching
When there are clouds in the sky, you'll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You'll see the sun come shining through for you
Light up your face with gladness
Hide every trace of sadness
Although a tear may be ever so near
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile
That's the time you must keep on trying
Smile, what's the use of crying?
You'll find that life is still worthwhile
If you just smile
31 dezembro 2011
Para ti que, com a tua amizade, te fizeste família!
Há uma imagem
Um olhar
Na ternura de um beijo
Um abraço apertado
Por entre a solidão
Nesta brandura
Incontida e doce
Por um desejo
Premente.
O firmamento
Anunciando
O contorno
De um rosto
Naquela estrada
Deserta.
Envolto em névoa
Prenho de luz
Cheio de aromas
Pleno.
Perpétuo.
30 dezembro 2011
23 dezembro 2011
20 dezembro 2011
19 dezembro 2011
16 dezembro 2011
13 dezembro 2011
12 dezembro 2011
09 dezembro 2011
07 dezembro 2011
02 dezembro 2011
Feriado(s)
Alguém que explique a quem de direito que a eliminação de feriados, em si mesma, não garante nem sequer fomenta o aumento de produtividade. Eu posso estar presente mais horas, mais dias no local de trabalho e mesmo assim ser ainda menos produtivo...
Porém, com grande probabilidade “festejámos” ontem o último feriado comemorativo do 1º de Dezembro de 1640, ou seja, da chamada “Restauração da Independência”.
Para além de, pessoalmente e por não ter o mínimo orgulho em ser cidadão português, considerar esta data como o marco mais negro da nossa história pois continuo a defender que se Portugal fosse uma região/província autónoma de Espanha estaríamos todos bem melhor, julgo que se há feriado que já deveria ter sido eliminado há muito tempo atrás é este.
E passo a explicar:
Portugal é tudo menos um país independente do ponto de vista material.
Somos uma nação formalmente independente mas, como se constata à saciedade pelos inúmeros exemplos que vivemos a cada passo, material e absolutamente dependente. Desde logo da União Europeia e do balanço de poderes europeu e mundial.
Dependência que se manifesta de uma forma acrescida quando se reflecte sobre a actual e total dependência dos poderes políticos perante o poder económico-financeiro. São os mercados, as troikas, o Banco Central Europeu, O FMI e outros quejandos a ditar as regras nas chamadas democracias ocidentais.
A democracia já era.
Money Rules!
Festejar qualquer independência neste cenário torna-se um anacronismo ridículo e, como tal, dispensável.
A caminho da sociedade absolutamente desumanizada que a “civilização ocidental” conjurou e acabou por promover e vincadamente patrocina.
Abel Varandas
30 novembro 2011
29 novembro 2011
25 novembro 2011
Conversa entre duas crianças

No ventre de uma mulher grávida estavam dois gémeos. Um deles pergunta ao outro:
- Acreditas na vida após o nascimento?
- Claro. Algo tem que haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui, principalmente, porque precisamos preparar-nos para o que seremos mais tarde.
- Nem pensar, não há vida após o nascimento. Como poderia ser essa vida?
- Eu não sei exactamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída. O cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente existe algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exactamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.
- Mamã? Você acredita na mamã? E onde supostamente é que está ela?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isto não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamã, por isso é óbvio que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Sabes, eu penso que só então a vida real nos espera e agora estamos apenas preparando-nos para ela...
24 novembro 2011
EFEITO POSITIVO ou UMA REFLEXÃO SOBRE AS VIRTUDES DO DIREITO À GREVE

15 novembro 2011
TRIBUTOS
Ontem, falando ao telefone com a minha amiga (e colega) Ana, no seu aniversário, dizia-lhe como não queria falar sobre as “desgraças” que sobre nós – funcionários públicos – recaem mas, sobretudo, celebrar a vida e as coisas lindas que a vida nos proporciona.
Coisa imutável, sentimento perpétuo que se renova de dia em dia mesmo quando se passam anos a fio e acabamos por perder “o rasto” a algum amigo de quem guardamos uma memória bem viva, forte e agradável, e o "reencontramos" transcorridos quase trinta anos, como tinha acabado de acontecer cerca de uma hora antes, também ao telefone, com o meu amigo Jorge.
E faz-nos pensar. E não apenas pensar mas, como disse à Ana, faz-nos também apreciar com mais sabor a frase do Professor Hermano Saraiva: "Aconteça o que acontecer com Portugal, continuará a haver noites de luar, Serra de Sintra e o Rio Tejo a correr para o mar".
E, tal como lhe disse também, concluímos que as melhores coisas desta vida são mesmo as que não são tributáveis.
“A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”.
Lembramo-nos das palavras do “Good Book” e saboreamos a certeza de que a amizade, entre outras coisas lindas da vida, não é, nem nunca será, de César.
Graças a Deus!
14 novembro 2011
11 novembro 2011
09 novembro 2011
07 novembro 2011
Estamos lixados, sim! Mas não somos lixo!
04 novembro 2011
DEMO quê?
Que esperar de um mundo onde o mero prenúncio do exercício de um acto referendário classificado como icónico desse regime político chamado DEMOCRACIA a (quase) acontecer na terra natal desse mesmo regime, cause o pânico generalizado numa Europa onde afinal o regime vigente é a “FINANÇOCRACIA”?
03 novembro 2011
31 outubro 2011
OS PRÉMIOS DOS POLÍTICOS
Potest enim quicquam esse absurdius quam, quo viae minus restet, eo plus viatici quaerere?
29 outubro 2011
24 outubro 2011
SÍNDROME DE DAN BROWN
Carta Aberta a José Rodrigues dos Santos (JRS)
Reconheço que, embora um pouco desconfiado, aplaudi o lançamento do seu livro “A Fórmula de Deus”. A pouco verosímil mas, mesmo assim, aliciante tese da prova científica da existência de Deus apresentava-se como um impulso motivador para ler com alguma atenção essa obra. Não cheguei a fazê-lo e, provavelmente, não o farei. Não porque a obra até não merecesse eventualmente uma leitura, mas simplesmente porque a credibilidade do seu autor foi absolutamente auto-delapidada ao lançar recentemente o escabroso “O Último Segredo” que constitui a prova irrefutável do seu acometimento súbito de uma “doença” que já gravitando há imenso tempo no nosso interno panorama musical (o pimba), parece ter-se disseminado também na área literária light-lusitana e que tem,
Você, JRS, deve ter apostado que se tornaria a versão portuguesa do Dan Brown e então, toca de enveredar pelo facilitismo, pela controvérsia estéril mas apelativa e, na medida em que se torna ofensiva para o mundo cristão, instalando a polémica e pondo em causa mesmo as provas históricas, e, neste caso, desnecessariamente irrefutáveis, da falácia que pretendeu construir. Como tentar apresentar a tese da prova científica de Deus já deixou de vender – até porque deve ter-se apercebido que Deus só se entende e só é atingível pela fé – tratou, assim, de engendrar mais uma acha do filão à moda Browniana, agora versão portuguesa, e toca de lançar o iníquo “O Último Segredo” pretendendo ter descoberto “a pólvora” e a alegada “farsa do cristianismo”.
Certamente não tardará muito até à fundação da novel igreja “joserodriguesantiana” arauta da nova era.
Agora, JRS, de parvo você não tem nada. Entre os prováveis mais de 1000.000 exemplares vendidos em duas semanitas (como já indica o pimbómetro) e o epíteto de autor mais lido em Portugal, você, caro JRS, perante as dificuldades anunciadas para os funcionários da RTP, já tratou de garantir o futuro.
E pouco se importará se na sua testa exibir uma marquita numérica de três dígitos semelhantes…
Volto a desconfiar. Desconfio, agora, que você se terá deslumbrado ao julgar que até Deus seria seu leitor (cfr. Revelação 8:1).
Desengane-se, JRS. Ele sabe exactamente a farsa que você é.
Abel José Varandas
Post Scriptum
Ainda estou a “digerir” a sua revelação bombástica de que Cristo não era cristão. Fantástico, JRS! Conclusão brilhante!
Escusado será explicar-lhe que foram os discípulos de Jesus chamados pela primeira vez cristãos na cidade síria de Antioquia (cfr. Actos 11:26) por volta do ano 44 DC.
Mas como fazê-lo perceber que Marx também não era Marxista? Ou Salazar, salazarista?
Contudo, você poderá muito bem vir a ser o primeiro “joserodriguesantianista”…
(Queira Deus que seja também o último!)
20 outubro 2011
18 outubro 2011
OBRIGADO, SENHOR!
Não quero lamentar-me pelo que perdi ou pelo que não tenho.
17 outubro 2011
16 outubro 2011
15 outubro 2011
10 outubro 2011
08 outubro 2011
Era uma vez...

07 outubro 2011
03 outubro 2011
A vida (não) é um conjunto de riscos...
Quando hoje de manhã me dirigia para o meu automóvel, estava longe de imaginar o que ia encontrar. A marca indelével do vandalismo. Ontem à noite dirigi-me ao parque de estacionamento de um centro comercial para aceder ao supermercado que ali existe. Estacionei em local apropriado. Quando de saída do parque, não me apercebi talvez por já ser noite e também por estar com alguma pressa.
30 setembro 2011
26 setembro 2011
O ABRAÇO DE BARNABÉ
“E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia. E o SENHOR te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.” - Isaías 58:10,11
Há quem pense e afirme que a missão principal da Igreja de Cristo não é dar de comer a quem tem fome mas espalhar a boa-nova da salvação. E têem razão!
Defendem que ter a “barriga cheia” ou a “barriga vazia” é irrelevante para a salvação da alma. Independentemente de se ter muito ou ter pouco, o céu só se alcança pela aceitação individual e plena do sacrifício redentor do Senhor Jesus. E, igualmente, estão cobertos de razão!
Então, pergunta-se, para quê promover, no âmbito da missão da igreja local, um ministério de apoio aos sem-abrigo, aos “cansados e oprimidos” uma vez que a estes bastará ir a Jesus em busca de alívio (cfr. Mat. 11:28)?
Para quê perder tempo, esforço e dinheiro em alimentar o corpo dos famintos e não unir recursos e empenhos unicamente para lhes alimentar a alma?
Durante algum tempo também me interroguei com dúvidas de teor semelhante. E perguntava-me até porque é que Jesus que tinha a missão de dar a conhecer ao mundo o Plano Divino para a redenção da humanidade, perdeu tanto tempo e despendeu tanta energia a curar paralíticos, leprosos, endemoninhados, cegos, a ressuscitar mortos, a comer com pecadores e, até, imagine-se, a dar de comer a uma multidão faminta dando-se ao trabalho de multiplicar os alimentos perante a constatação da sua escassez (João 6:1-15). Não teria sido uma excelente oportunidade para fazer uma campanha evangelística com apelo final “Vinde a Mim!”?
Mas, então como explicar que Jesus se prendesse nestas "futilidades"? A sua missão não era, afinal, essa. Ele era, verdadeiramente o Pão da Vida (João 6:35) e porquê e para quê a necessidade de distribuir outro tipo de pão?
A resposta que tanto me fugia era demasiado óbvia e só exigia a minha abertura de pensamento e, sobretudo, de coração.
Ao ler o relato de Lucas 10:25-37 percebi, finalmente, que tal como aquele Intérprete da Lei eu queria perceber quem era o meu próximo e o que fazer com ele. E que a ordem de Jesus “Vai e procede tu de igual modo” era também para mim! Entendi e interiorizei, ainda, que naquele dia, quando o Senhor reunir as Suas ovelhas à Sua direita, quero estar entre os “benditos de meu Pai” (Mat. 25:34-37).
Barnabé (Atos 4:32-37) tinha plena consciência que a principal missão do crente é anunciar a Boa-Nova. Mas, tal como ele, os voluntários que, sob o patrocínio da Igreja Evangélica Baptista de Cedofeita, resolveram separar umas (poucas) horas do seu tempo para poder dar um abraço fraterno a alguns famintos que a nossa sociedade, ocidental e desenvolvida(?) criou e fomenta, crêem que é sua responsabilidade enquanto cristãos intervir activamente no status quo em demonstração de uma fé que se traduz em actos e não somente em meras palavras, que crêem que a fé sem obras é morta (Tiago 2:16,17) e que esta iniciativa é também a expressão de responder em obediência ao apelo de Cristo para sermos LUZ e SAL.
“Ide, fazei discípulos” (Mat. 28:19). Para além de uma bênção inigualável para os envolvidos, o cumprimento da Grande Comissão é, afinal, o leit-motiv e o objectivo último do “ABRAÇO DE BARNABÉ”.
Nem que para isso seja necessário servir, primeiro, uma sopa quente!
Abel Varandas
2010.11.25
24 setembro 2011
Orgulho!

16 setembro 2011
11 setembro 2011
01 setembro 2011
30 agosto 2011
10 agosto 2011
06 agosto 2011
Uma singela homenagem

John Stott
(1921 -2011)
Considerado uma das mais expressivas vozes da Igreja Evangélica contemporânea, o inglês John Stott nasceu em 27 de abril de 1921. Foi um agnóstico até 1939, quando ouviu uma mensagem do reverendo Eric Nash e se converteu ao cristianismo evangélico.
Estudou Línguas Modernas na Faculdade Trinity, de Cambridge. Foi ordenado pela Igreja Anglicana em 1945, e iniciou suas atividades como sacerdote na Igreja All Souls, em Langham Place. Lá continuou até se tornar pastor emérito, em 1975. Foi capelão da coroa britânica de 1959 a 1991.
Stott tornou-se ainda mais conhecido depois do Congresso de Lausanne, em 1974, quando se destacou na defesa do conceito de Evangelho Integral - uma abordagem cristã mais ampla, abrangendo a promoção do Reino de Deus não apenas na dimensão espiritual, mas também na transformação da sociedade a partir da ética e dos valores cristãos.
Em 1982, fundou o London Institute for Contemporary Christianity, do qual hoje é presidente honorário. Escreveu cerca de 40 livros, entre os quais Cristianismo Básico, A Cruz de Cristo e Por que sou cristão.
Tendo combatido o bom combate e guardado a fé, acabou a carreira no passado dia 27 de Julho de 2011.
23 julho 2011
19 julho 2011
14 julho 2011
OBRIGADO
13 julho 2011
LIXO???
A recente “investida” da Moody’s e a espontânea reacção do universo tuga fez-me reflectir sobre essa nossa eterna condição de “pobres mas honrados”.
Se forem os nossos políticos a tirar-nos o sono e os rendimentos subindo a carga fiscal (carga aqui chega a ter um sentido bélico!) para níveis inusitados enquanto simultaneamente vão aumentando os preços do dinheiro, bens e serviços fruto quer da mesma carga fiscal quer da conjuntura mundial, tudo bem conquanto sejam portugueses a fazê-lo e desde que o façam com jeitinho e educadamente…
Mas se forem os estranjas a chamarem-nos lixo, alto e para o baile!
Tratamos de por em acção os nossos hackers, entupimos-lhes o site, enviamos caixas com detritos pelo correio para eles verem o que é o verdadeiro lixo (como se, rejeitando Quioto, não soubessem…) e até temos empresas a tomar a iniciativa de oferecer aos seus clientes T-Shirts com inscrições anti-Moody’s!
Nem que essas so-called Rating Agencies estejam bem perto da razão apesar de lhes faltar em espelhos o que lhes sobeja em binóculos…
Porem-nos na miséria? Tudo bem…mas com respeitinho! Homessa!
Abel Varandas
07 julho 2011
04 julho 2011
Declaration of Independence
03 julho 2011
Livres
Jehovah Jireh






































