12 dezembro 2012

In dubio





"Mas nós, segundo a promessa de Deus, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça." (2 Ped. 3:13)


Já há muito que me desencantei da ideia de que podemos exercer ou ver exercida a verdadeira justiça na nossa sociedade. À nossa volta grassa a corrupção, o compadrio,  a falsidade, o egoísmo, a desonestidade e todas as outras características que, enquanto meros cidadãos, não desejamos que os nossos filhos prossigam como fio condutor das suas vidas.
Essas (e outras semelhantes!) características de personalidade parecem ser cada vez mais apropriadas e agregadas em "pacote" pela classe política. E este não é um exclusivo português.
São exemplos por sobre exemplos que a cada dia nos chegam e que só descobrem a ínfima ponta do icebergue que abalroa a nossa desejável, pacata e honesta navegação existencial.
Eis porque, para mim, um político não goza da presunção de inocência (por analogia com o princípio de direito penal "in dubio pro reo") mas, outrossim, da presunção de implicação no conluio corrupto que tem feito do nosso dia-a-dia um tormento tribulado: in dubio contra politica.

AJV
2012.12.12

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