20 janeiro 2016

Esclarecimento


Ontem fui "forçado" a publicar no meu mural do FACEBOOK(FB) um comentário sobre atitudes indignas de certas pessoas. Eis o texto:



Não me sinto agora impelido ou pressionado a publicar esta explicação, mas considero-a útil para desvendar a falsidade e inverticalidade intrínseca de determinadas pessoas que se apresentam com um cartão de visita que esconde, todavia, características de personalidade que reputo desprezíveis em face dos valores que me foram incutidos por quem me educou, que não tendo diplomas académicos para apresentar, tiveram em todo o seu percurso terreno uma vida impoluta e que falou por si só. Os que me conhecem sabem que falo, essencialmente, dos meus queridos e saudosos padrinhos.

Às 22:50 h. do passado Domingo, dia 17 de Janeiro, publiquei no meu mural do FB, a foto que titulei "O CARTEIRO" que apresenta a estátua de homenagem ao ardina situada na Praça de Almeida Garrett na baixa portuense, em que esta se encontra em interacção posicional com um marco do correio. A foto está a preto e branco e destaquei o marco na sua cor original (vermelho). Daí a associação de ideias que fiz com a profissão de carteiro que me diz bastante quer por os meus pais terem sido quase toda a sua vida profissional trabalhadores dos CTT (tendo o meu pai iniciado a sua carreira como boletineiro, entregando telegramas, e, como tal, numa função da carreira de carteiro), quer por ter duas amigas, sendo que uma delas abraçou esta digna profissão e a outra, apesar de apenas amiga virtual, tem um cargo de responsabilidade numa estação dos CTT, as quais identifiquei na referida foto.

A mesma foto está publicada neste espaço com o título acrescentado de um subtítulo que achei por bem colocar para evitar outros equívocos. De qualquer modo, quem titula as fotos, ou qualquer outra obra, é exclusivamente o seu autor. Goste-se ou não!


"o carteiro" (ensaio sobre a estátua ao ardina) / mailman or newspaper boy?



Ora, o meu (pretenso) amigo João Mota, que sempre gosta de se arvorar em titular de um humor tantas vezes duvidoso, desta vez excedeu-se e passou a roçar o ofensivo, senão repare-se:

Já na madrugada de Segunda-Feira, dia 18, veio comentar mais ou menos nestes termos: "Querias dizer "O ardina", Certo Abel?"
ao que respondi:
"Não, não queria! O objecto fotografado é, efectivamente, a estátua do ardina, mas quis prestar uma homenagem e daí o título. Bastava teres visto com atenção as identificações que fiz na foto."
ao que o Sr. João Mota replicou:
"Fizeste bem. Aliás, aquela zona é uma zona de carteiristas. hehehehehehehehe"

A minha amiga (virtual) leu o comentário e reagiu, obviamente, negativamente à suposta brincadeira comentando, obviamente, que o meu amigo estava a ser  inconveniente e sugerindo que era necessário chamar-lhe à atenção. Respondi-lhe que também não tendo encontrado piada alguma naquela tirada, tinha acabado de o fazer e que se ele persistisse na "brincadeira" seria necessariamente mais assertivo. Tal como veio a acontecer pois aquele indivíduo persistiu em ofender os carteiros continuando a compará-los a carteiristas.

Não satisfeito com essa atitude vem ameaçar-me por SMS e apresentar-se indignado por eu defender uma "amiga virtual" em detrimento de um "amigo real". Real neste sentido será pois efectivamente conheço-o pessoalmente mas de amigo só mesmo o epíteto. E também não lhe compete, sob nenhum pretexto, avaliar as minhas amizades.

Não entende o sr. Mota que o que defendi, defendo e defenderei, não é este ou aquele amigo, real ou virtual mas um princípio de respeito pelas ofícios respeitosos dos outros. Pelo respeito devido a cada concidadão ou concidadã.
E o que essa amiga fez, faria eu igualmente se, de algum modo, quisessem comparar a minha profissão com qualquer actividade criminosa, fosse ela qual fosse!

Considero a atitude do Sr. João Mota não só indigna como desprezível, desumana, imprópria de alguém que tem responsabilidades no sector da educação. Educação no sentido institucional, claro. Será, aliás o único sentido dessa palavra que esse senhor conhece.

Não satisfeito com a sua ignóbil atitude, vai daí e bloqueia-me no FB e manda uma SMS acusando-me de o ter bloqueado (deve haver ali algum fenómeno psicológico de projecção) entre outras atoardas que recuso pudoradamente reproduzir.

A sua namorada e também pretensa amiga, Teresa Ramos, envia-me entretanto uma SMS que cheguei a considerar apaziguadora à qual respondi explicando em brevíssimas palavras o que houvera acontecido e manifestando a minha intenção de dar por terminada ali a refrega.

Eis senão quando, sou surpreendido pela publicação no mural do FB desta senhora, do seguinte texto da sua lavra:




Por SMS manifestei-lhe a minha profunda indignação pela cobardia demonstrada ao não ter a coragem de me dizer directamente o que acha, mesmo considerando eu ignóbil o fazer juízos de valor sobre os outros quando se ouviu apenas um das versões.
Não satisfeita com o seu juízo apressado e parcial, achou também por bem fazer considerações absolutamente abusivas sobre a minha vida privada, no que foi secundada por outras duas personagens cuja falta de coluna vertebral já se havia revelado em ocasião anterior.

Respondeu-me dizendo que tem muita consideração e apreço por mim e que até se sente em dívida para comigo.

Se esta é a melhor forma que encontrou para que eu me sinta recompensado...só me ocorre aquela velha e apesar de estafada máxima: COM AMIGOS ASSIM, QUEM PRECISA DE INIMIGOS!

Em  face de tanta e tamanha indignidade só posso tomar uma posição que é , naturalmente, o corte definitivo de relacionamento com estes três nomes: Teresa Ramos, Virgínia Maria Castro e Anabela Mesquita (Linda Martini no FB), que inclui a "amizade facebookiana". Quanto ao outro nome, João Mota, já tomou a iniciativa do bloqueio motu proprio, poupando-me a essa tarefa. Iniciativa que, acrecente-se, Vírgína Castro também já prosseguiu.
Tudo nomes ligados à Educação. Apenas em sentido institucional, como se comprova!

Desejo-lhes sinceramente (não sei, todavia, se saberão o significado desta palavra...) as maiores felicidades nas suas vidas mas não fazem parte do grupo de pessoas em que gosto de me incluir e em que, Graças a Deus, sou sempre bem-vindo. O grupo das pessoas que errando, tendo imensos defeitos e marcas de personalidade próprias e, tantas vezes até menos recomendáveis, são, contudo, sinceras, frontais, honestas e de uma só face. E, sobretudo, respeitam o seu semelhante e não vivem atascadas ao seu póprio umbigo e às sua ideias monolíticas e, de algum modo, perversas.

Para terminar, só refiro que a foto que esteve na base deste incidente, foi largamente destacada quer em grupos/foruns de fotografia nacionais quer internacionais tendo até merecido a eleição para FOTO DE CAPA do prestigiado forum "Sam's Style Photo Art".

Em nenhuma circunstância alguém pôs em causa, por qualquer forma, o título da foto.

Naturalmente, toda a gente bem formada tem respeito por todas as profissões respeitáveis e dignas.


Abel José de Paiva Figueiredo Varandas
20 de Janeiro de 2016


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