22 maio 2010
21 maio 2010
18 maio 2010
14 maio 2010
DESABAFO
O recente “rompimento” definitivo entre mim e Albina levou-me a ponderar terminar este blog. Não que este espaço esteja directamente ligado com o que foi aquela relação (apesar de ter sido criado na sua pendência) mas porque a angústia imensa sobre a minha vida que aquele “final” está a representar me deixa pouca clarividência, neste momento, para continuar.
Estou, porém, decidido a recuar nessa intenção.
Desde o início da relação que pensei e, sobretudo, desejei acabar os meus dias ao lado de Albina. Construindo o lar que, afinal, acabei por nunca ter. Mas chego agora à conclusão que esse lar nunca existiu e, provavelmente, nunca existirá tão-somente porque o peso de uma infância tão distorcida e atribulada como a que tive (juntamente com meu irmão de sangue cuja vida é um drama bem maior ainda), não deixou margem para que a minha estrutura interior adquirisse a maturidade necessária e fosse suficientemente forte para poder ultrapassar traumas absolutamente marcantes e tristemente definidores da minha personalidade e do meu percurso como pessoa.
E se amar não é fácil muito mais difícil se torna amar o outro exactamente como é. E se esse outro for eu, então, a dificuldade acresce.
Creio que Albina nunca foi capaz de me amar como sou. Mas não a culpo por isso. Eu não sou mesmo nada fácil. Reconheço.
E reconheço, até, que também não a amei como devia. Apenas como sei. E talvez saiba demasiado pouco.
E ela tinha mesmo razão quando sussurrava, antes sequer de iniciarmos a nossa relação: “Com aquele irmão? Com aquele passado? Nem pensar!”
Mas desengane-se quem julgar que, apesar da dor, da amargura e da ausência tão difíceis de suportar, fiquei só.
Como pode estar só, alguém que tem o melhor filho do mundo?
Como poderá queixar-se de solidão alguém a quem foi prometido pelo Pai “Não te deixarei nem te desampararei!”? Ou quem tem consciência de que O Mestre está consigo até à consumação dos séculos?
Ou quem já se sente integrado numa comunidade (Igreja Evangélica Baptista de Cedofeita) onde foi aceite exactamente como é. Sem perguntas nem restrições e com verdadeiro ágape?
“A minha alma te segue de perto; a tua destra me sustenta.”
Salmo 63:8
É à sombra da tua destra que quero descansar, Senhor!
E persistir em Te servir de todas as formas que, ainda, me forem permitidas.
Com meus irmãos. Contigo. Por Ti. Para Ti. Até àquele dia.
Só(,) para Tua Glória.
Abel Varandas
03 maio 2010
Para ti, mulher da minha vida!
História
Foste céu, foste mar
Foste sol, foste sal
Foste luar, foste beleza
Foste a música
Em acordes de encantar
Foste o sim e a certeza.
Foste primavera
Foste verão
Acalmaste a fera
Firmaste meu chão
Foste topo, foste cume
Foste chama do meu lume
Foste vida, foste incenso
Perfume no meu lenço
O outono enfim chegou
O inverno acordou
A vida cedeu
O amor perdeu.
Foste.
Sem voltar.
Foste.
O nosso amor há-de durar.
Não morrerá.
Eu já.
Abel Varandas
01 maio 2010
25 abril 2010
20 abril 2010
ENSAIO
Filosofia e religião
João Carlos Espada *
Anthony Garrard Newton Flew
(11 de Fevereiro de 1923 – 8 de Abril de 2010)
Como o ateu mais conhecido do mundo mudou de opinião": este é o subtítulo de um livro recente do professor Anthony Flew ("There Is a God: How the World's most Notorious Atheist Changed His Mind", 2007/2008). Não posso avaliar se ele era ou não o ateu mais conhecido do mundo, mas era seguramente bastante conhecido.
TEOLOGIA E FALSIFICAÇÃO
Em 1950, numa sessão do Oxford University Socratic Club, presidida por C. S. Lewis, Flew apresentara uma comunicação que ficou famosa: "Theology and Falsification". A tese era inspirada na teoria da refutação de Karl Popper e pretendia excluir a hipótese de existência de Deus com base no argumento de que essa hipótese não era susceptível de refutação (Popper, diga-se de passagem, nunca subscreveu esse argumento de Flew). Mais tarde, Flew desenvolveria o argumento em dois livros com bastante sucesso: "God and Philosophy" e "The Presumption of Atheism".
Durante mais de 50 anos, Anthony Flew foi sem dúvida um influente crítico da religião, bem como um filósofo respeitado, que ensinou em Oxford, Reading, Keele e Aberdeen. O anúncio público da sua conversão, em 2004, criou de facto um certo furor, sobretudo no mundo de língua inglesa. Embora muitos outros filósofos e cientistas tenham ultimamente escrito em defesa da existência de Deus, o caso de Flew assume no entanto um interesse especial. Tendo sido um reputado ateu com base na razão, agora defende que, precisamente com base na razão, foi levado a concluir que Deus existe.
EM NOME DA RAZÃO
"Agora acredito", escreve Anthony Flew, "que o universo foi trazido à existência por uma Inteligência infinita. Acredito que as intricadas leis deste universo manifestam aquilo que os cientistas têm chamado a Mente de Deus. Acredito que a vida e a reprodução têm origem numa Fonte divina." (p. 88)
Como explicar estas novas convicções de Anthony Flew, quando ele passara 50 anos a defender o contrário? A resposta é simples, diz o autor: "Esta é a visão do mundo que emerge da ciência moderna. A ciência destaca três dimensões da natureza que apontam para Deus. A primeira reside no facto de a natureza obedecer a leis. A segunda é a dimensão da vida, de seres inteligentemente organizados e que se dirigem por propósitos, que emerge da matéria. A terceira é a própria existência da natureza." (p. 89)
ABERTURA RACIONAL
Não se trata de uma mudança de paradigma, explica Anthony Flew, porque o seu paradigma continua o mesmo, ditado por Sócrates: "seguir o argumento [racional], onde quer que ele leve".
Uma questão relativamente óbvia emerge desta explicação. Se Anthony Flew sempre se pautou pelo mesmo princípio - seguir o argumento racional, onde quer que ele leve -, por que razão não foi conduzido antes à hipótese de Deus? A resposta é interessante: porque, explica ele, o seu entendimento de razão não era suficientemente aberto a todas as hipóteses explicativas para a grande pergunta "por que razão existe alguma coisa em vez de nada?".
UMA PARÁBOLA
Comecemos com uma parábola, propõe Anthony Flew. Imaginemos que um telefone por satélite aparece numa ilha habitada por uma tribo que nunca teve contacto com a civilização. Os nativos carregam ao acaso nas teclas e ouvem diferentes vozes humanas após digitarem algumas sequências. Assumem que é o instrumento que produz aquelas vozes.
Surge então um membro solitário da tribo que diverge dos outros. Este propõe outra hipótese: o aparelho está basicamente a comunicar com outros seres humanos, que existem para lá dos limites estreitos da única ilha que a tribo conhece. A tribo responde com uma gargalhada geral: isso é pura superstição. Basta ver que, uma vez destruído o aparelho, as vozes deixam de se ouvir. Logo, as vozes são produto do aparelho.
FACTOS E PRECONCEITOS
Este é um exemplo, diz Anthony Flew, de como ideias preconcebidas dão forma aos dados empíricos, em vez de se deixarem desafiar pelos dados empíricos. Algo semelhante acontece quando os ateus (como era o seu próprio caso) dizem que "não devemos procurar uma explicação para a existência do mundo, ele simplesmente existe". Ou quando "porque não podemos aceitar uma fonte transcendente da vida, simplesmente escolhemos acreditar no impossível: que a vida emergiu espontaneamente e por acidente da matéria". Ou ainda que "as leis da física são 'leis sem lei' que emergem do vazio" (pp. 85-87).
Publicado em 17 de Abril de 2010 in Jornal i (www.ionline.pt)
_____________________________________________________
* Doutorado em Ciência Política em Oxford. Director do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e da revista “Nova Cidadania”. É também presidente da Churchill Society de Portugal.
TEOLOGIA E FALSIFICAÇÃO
Em 1950, numa sessão do Oxford University Socratic Club, presidida por C. S. Lewis, Flew apresentara uma comunicação que ficou famosa: "Theology and Falsification". A tese era inspirada na teoria da refutação de Karl Popper e pretendia excluir a hipótese de existência de Deus com base no argumento de que essa hipótese não era susceptível de refutação (Popper, diga-se de passagem, nunca subscreveu esse argumento de Flew). Mais tarde, Flew desenvolveria o argumento em dois livros com bastante sucesso: "God and Philosophy" e "The Presumption of Atheism".
Durante mais de 50 anos, Anthony Flew foi sem dúvida um influente crítico da religião, bem como um filósofo respeitado, que ensinou em Oxford, Reading, Keele e Aberdeen. O anúncio público da sua conversão, em 2004, criou de facto um certo furor, sobretudo no mundo de língua inglesa. Embora muitos outros filósofos e cientistas tenham ultimamente escrito em defesa da existência de Deus, o caso de Flew assume no entanto um interesse especial. Tendo sido um reputado ateu com base na razão, agora defende que, precisamente com base na razão, foi levado a concluir que Deus existe.
EM NOME DA RAZÃO
"Agora acredito", escreve Anthony Flew, "que o universo foi trazido à existência por uma Inteligência infinita. Acredito que as intricadas leis deste universo manifestam aquilo que os cientistas têm chamado a Mente de Deus. Acredito que a vida e a reprodução têm origem numa Fonte divina." (p. 88)
Como explicar estas novas convicções de Anthony Flew, quando ele passara 50 anos a defender o contrário? A resposta é simples, diz o autor: "Esta é a visão do mundo que emerge da ciência moderna. A ciência destaca três dimensões da natureza que apontam para Deus. A primeira reside no facto de a natureza obedecer a leis. A segunda é a dimensão da vida, de seres inteligentemente organizados e que se dirigem por propósitos, que emerge da matéria. A terceira é a própria existência da natureza." (p. 89)
ABERTURA RACIONAL
Não se trata de uma mudança de paradigma, explica Anthony Flew, porque o seu paradigma continua o mesmo, ditado por Sócrates: "seguir o argumento [racional], onde quer que ele leve".
Uma questão relativamente óbvia emerge desta explicação. Se Anthony Flew sempre se pautou pelo mesmo princípio - seguir o argumento racional, onde quer que ele leve -, por que razão não foi conduzido antes à hipótese de Deus? A resposta é interessante: porque, explica ele, o seu entendimento de razão não era suficientemente aberto a todas as hipóteses explicativas para a grande pergunta "por que razão existe alguma coisa em vez de nada?".
UMA PARÁBOLA
Comecemos com uma parábola, propõe Anthony Flew. Imaginemos que um telefone por satélite aparece numa ilha habitada por uma tribo que nunca teve contacto com a civilização. Os nativos carregam ao acaso nas teclas e ouvem diferentes vozes humanas após digitarem algumas sequências. Assumem que é o instrumento que produz aquelas vozes.
Surge então um membro solitário da tribo que diverge dos outros. Este propõe outra hipótese: o aparelho está basicamente a comunicar com outros seres humanos, que existem para lá dos limites estreitos da única ilha que a tribo conhece. A tribo responde com uma gargalhada geral: isso é pura superstição. Basta ver que, uma vez destruído o aparelho, as vozes deixam de se ouvir. Logo, as vozes são produto do aparelho.
FACTOS E PRECONCEITOS
Este é um exemplo, diz Anthony Flew, de como ideias preconcebidas dão forma aos dados empíricos, em vez de se deixarem desafiar pelos dados empíricos. Algo semelhante acontece quando os ateus (como era o seu próprio caso) dizem que "não devemos procurar uma explicação para a existência do mundo, ele simplesmente existe". Ou quando "porque não podemos aceitar uma fonte transcendente da vida, simplesmente escolhemos acreditar no impossível: que a vida emergiu espontaneamente e por acidente da matéria". Ou ainda que "as leis da física são 'leis sem lei' que emergem do vazio" (pp. 85-87).
Publicado em 17 de Abril de 2010 in Jornal i (www.ionline.pt)
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* Doutorado em Ciência Política em Oxford. Director do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e da revista “Nova Cidadania”. É também presidente da Churchill Society de Portugal.
18 abril 2010
11 abril 2010
06 abril 2010
04 abril 2010
03 abril 2010
QUE MARAVILHOSO AMOR É ESTE?
“Enquanto Ele escorrega lentamente nos pregos cravados nos pulsos, uma dor alucinante dispara ao longo dos dedos, subindo pelos braços, para explodir no cérebro; os pregos nos pulsos colocam pressão nos nervos médios. Quando tenta elevar o corpo para evitar o tormento de esticar a carne, coloca todo o peso nos pregos que atravessam os Seus pés. Mais uma vez, a agonia dos pregos rasgando os nervos entre os ossos dos pés. Enquanto os braços se cansam, cãibras atravessam os músculos, deixando-os numa profunda, inexorável, latejante dor. Com estas cãibras vem a incapacidade de se erguer para poder respirar. O ar consegue chegar aos pulmões, mas não é expelido. Ele luta por se erguer para conseguir respirar um pouco… horas desta interminável dor, ciclos de terríveis e dilacerantes cãibras, asfixia intermitente e parcial, dor abrasadora cada vez que o tecido é afastado das Suas costas laceradas, sempre que Ele se movimenta para cima e para baixo contra a madeira áspera. É então que outra agonia começa: uma profunda, esmagadora dor no peito quando o pericárdio lentamente se enche de soro e começa a comprimir o coração. Agora está quase a terminar, a perda de fluidos dos tecidos atinge um nível crítico. O coração comprimido luta por fazer chegar aos tecidos o pesado, espesso e preguiçoso sangue. Os pulmões torturados estão a fazer um esforço hercúleo para respirar pequenos goles de ar. Ele consegue sentir o calafrio da morte deslizando pelos seus tecidos…finalmente pode deixar o Seu corpo morrer”
(Descrição de um médico citada por C. Truman Davis na sua obra The Expositor’s Bible Commentary)
- in A PALAVRA PARA HOJE nº 15 (www.ucbportugal.pt)
02 ABR SEXTA- FEIRA SANTA
- in A PALAVRA PARA HOJE nº 15 (www.ucbportugal.pt)
02 ABR SEXTA- FEIRA SANTA
28 março 2010
SOBERBO! IMPERDÍVEL!

O LIVRO DE ELI
(by The Hughes Brothers)
Apesar de uma roupagem já nossa conhecida, e até "estafada", na esteira da saga "MAD MAX", surge uma proposta que encerra uma outra dimensão que nos surpreende.
Se o ponto de partida é imensamente discutível e envolve uma visão pós-apocalíptica catrastofista e pouco (ou nada) biblicamente escatológica (diga-se que seguramente também não seria essa a sua intenção!) e com alguma violência gratuita à mistura, o que também não é nada de novo no género, a mensagem subjacente é a de um Deus Todo-Poderoso que não permite, sob nenhum pretexto, que a Sua Palavra desapareça da face da Terra. O que só vem corroborar aquilo que é um facto histórico e absolutamente comprovável.
É, aí, que surge um filme profundamente inspirado na declaração que encontramos no Evangelho segundo S. MARCOS capítulo 13 e versículo 31 em que as cenas finais só nos podem levar, inevitavelmente, a prestar adoração a um Deus que de uma forma MAJESTOSA preserva a Sua Palavra como demonstração cabal da Sua imensa Graça.
Simplesmente magnífico o epílogo em que Eli declara, depois de "entregar" a Bíblia, como Paulo:
"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé" .
De realçar para além das excelentes perfomances de Gary Oldman (Carnegie), Mila Kunis (Solara), da presença do consagrado compositor Tom Waits (Engineer) e alguns outros, a soberba interpretação, na linha afinal do que já nos habituou, do talentosíssimo Denzel Washington (Eli) que também co-produz a obra.
Não percam! Especialmente aqueles jovens que , como o meu filho, não tem qualquer apetência por ir à Igreja mas para quem Deus na Sua infinita misericórdia, prepara outras formas, tão do seu agrado, para os alcançar!
Soli Deo Gloria
25 março 2010
14 março 2010
Descoberta arqueológica dá razão às Escrituras
Simon James Wadsworth
A arqueóloga Israelita, Eilat Mazar, comunicou uma descoberta emocionante, uma prova de que a recente descoberta de fortificações em Jerusalém datam de há 3.000 anos. Com base na idade dos cacos de cerâmica que ela encontrou no local, Mazar acredita que as fortificações foram construídas por Salomão, como descreve o Velho Testamento.Claro que se trata de uma notícia interessante para os Judeus e Cristãos, mas há muito mais envolvido do que se poderia esperar. Como informou a Associated Press (AP), "se a idade do muro está correcta, a descoberta seria uma indicação de que Jerusalém era a casa de um governo central forte, que tinha os recursos materiais e humanos necessários para construir fortificações maciças no século 10 A.C.
"Isso é uma contradição directa das opiniões de alguns estudiosos que acreditam, como a AP relata, "que a monarquia de David [e de Salomão] era em grande parte mítica e que não havia nenhum governo forte naquela época.
"Não admira que Mazar chame ao muro "a construção mais importante que temos dos dias do Primeiro Templo em Israel." E se ela está certa, temos um outro elo na longa cadeia de evidências que demonstra a veracidade histórica da Bíblia.
Como eu disse anteriormente descobertas como estas são dignas de entusiasmo, apesar de necessitarmos de ter cuidado para não exagerarmos. Toda a descoberta arqueológica, histórica, científica que fazemos e que dá razão às Escrituras é uma boa notícia. Lembram-nos que a Bíblia é um registo de pessoas, lugares e eventos reais que, como Dorothy L. Sayers diz, Jesus Cristo “nasceu na história", não na mitologia.
Numa altura em que a veracidade da Bíblia está sob o ataque de todos os lados, estes lembretes são sempre refrigerantes e encorajadores.
No entanto, ao mesmo tempo, a principal fonte das nossas crenças deve continuar a ser a própria Bíblia. Eu fiz deste ponto questão de honra há vários anos atrás, quando os arqueólogos descobriram um ossuário, isto é, uma caixa de ossos rotulado "Tiago ... irmão de Jesus." Até hoje há controvérsia sobre a autenticidade do ossuário.
Mas mesmo que a descoberta de um ossuário ou uma muralha da cidade corrobore o que diz a Bíblia, isso não torna os factos bíblicos mais factuais - simplesmente os confirmam. E como o historiador Paul Johnson (foto ao lado) diz, as evidências que confirmam a exactidão das Escrituras está a escalar - tanto que os cépticos, não os cristãos, devem temer o curso das descobertas científicas.
Mas lembre-se sempre que a Bíblia é a sua própria testemunha credível, independentemente de fontes secundárias a confirmarem ou aparentemente a contradizerem.
Se nos deixarmos absorver demasiadamente por cada descoberta que parece apoiar a Bíblia, corremos o risco de edificar a nossa fé sobre uma fundação nada sólida. E corremos o risco de ficarmos decepcionados e desiludidos se um determinado artefacto for de alguma forma desacreditado.
É melhor edificar a nossa fé sobre a rocha sólida da Palavra de Deus - mesmo que as evidências continuem a escalar, desta vez de um monte de escombros antigos que apontam para a veracidade da Palavra de Deus.
Há vários anos atrás, Paul Johnson fez um discurso notável no Seminário de Dallas denominado "Um Historiador olha para Jesus." É uma das melhores composições sobre a veracidade e exactidão das Escrituras que eu encontrei.
Chuck Colson
08 março 2010
Pensamento do dia
Aquele que pensa que é demasiado grande para fazer coisas pequenas, talvez seja demasiado pequeno para fazer coisas grandes.
(- Autor desconhecido)
03 março 2010
02 março 2010
Ser feliz
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recondito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
- Augusto Cury
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