22 outubro 2010

PEC



Recebi, por e-mail, um texto (não datado nem assinado mas, mesmo assim, útil e interessante) que terá surgido na sequência de uma entrevista, na TV americana, à filha do conceituado evangelista Billy Graham, e que resolvi compartilhar passando a transcrever:

A filha de Billy Graham estava a ser entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou-lhe: "Como é possível que Deus tenha permitido acontecer algo tão horroroso no dia 11 de Setembro?”

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:
"Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos temos dito para Deus não interferir nas nossas escolhas, sair do nosso governo e sair das nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele nos deixou calmamente. Como poderemos esperar que Deus nos dê a Sua bênção e a Sua protecção se nós exigimos que Ele não se envolva mais connosco?"

À vista de tantos acontecimentos recentes (ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc...) eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'Hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordámos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordámos com esse alguém. Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater nos nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque as suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima, (o filho dele suicidou-se) e nós dissemos: "Um perito nesse assunto deve saber o que está a dizer". E então concordámos com ele. Depois, alguém disse que os professores e directores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando se comportassem mal. Então, foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos. (há diferença entre disciplinar e tocar).
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que as nossas filhas fizessem um aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitámos sem ao menos questionar. Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantos preservativos quantos eles quisessem, para que eles se pudessem divertir à vontade. E nós dissemos: "Está bem!" Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante, e publicou fotografias de crianças nuas, e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da Internet. E nós dissemos: "Está bem, isto é democracia, e eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso". Agora nós perguntamo-nos porque é que os nossos filhos não têm consciência e porque é que não sabem distinguir entre o Bem e o Mal entre o Certo e o Errado, porque é que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou os seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: NÓS COLHEMOS AQUILO QUE SEMEAMOS!!!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: "Senhor, por que não salvaste aquela criança na Escola?" A resposta d'Ele: "Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!"

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque é que o mundo está a ir a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, e duvidamos do que a Bíblia, que você diz que segue, ensina. É triste como toda a gente quer ir para o Céu, desde que não precise de crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina. É triste como alguém diz: "Eu creio em Deus", mas ainda assim segue a Satanás, que por sinal, também "crê" em Deus. É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados! É engraçado como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas espalham-se como fogo, mas quando tentamos enviar algum e-mail a falar de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros! É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na Internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na Escola e no Trabalho. É triste ver como as pessoas ficam inflamadas de Cristo no Domingo, mas depois transformam-se em cristãos invisíveis pelo resto da semana.



Dá que pensar, não dá?

É bom que dê que pensar, mas não chega!
Há que passar à acção e com absoluta premência.

Os políticos e os portugueses em geral andam preocupados, quase em exclusivo, com o Orçamento de Estado e o PEC (Plano de Estabilidade e Crescimento) e com as suas ímpias e gravosas consequências na nossa vida diária. É natural e, se tal atitude levar à consciencialização para a intervenção cívica, será até, na minha modesta opinião, desejável.

Mas eu diria, e parafraseando uma piada que também recebi por e-mail, que para que a nossa sociedade seja influenciada decisivamente, é essencial e urgente que todos e cada um de nós - cristãos - não PEC mais e adira em definitivo ao verdadeiro PEC – Plano de Envolvimento com Cristo!



Abel Varandas
2010.10.21

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