28 fevereiro 2017

Não há direito!



Que vivemos numa sociedade injusta e violenta não é novidade para ninguém.
Mas há coisas que nos indignam. Não, não vou falar do Trump.
Mas, de certa forma, isto também é uma "trampa".

Todos, sem excepção, lhe batem. Sem razão aparente, sem justificação, mas todos continuam a bater-lhe. Nem o facto de já existirem tecnologias que evitariam esta constante violência levam as pessoas a deixar de lhe bater. Batem de manhã, à tarde, à noite, de madrugada, batem com força ou mais devagar, batem na Primavera, no Verão, no Outono e no Inverno. Batem quando acham que precisam e mesmo quando não seria minimamente razoável. Batem a torto e a direito. E alguém faz alguma coisa? Alguém se preocupa? Alguém se levanta em protesto? Alguém faz manifestações contra esta violência continuada?

Nada! Nem um esgar de solidariedade, nem uma hipótese de cessação desta ignomínia. Continuam a bater e a querer continuar a bater. Acham que é necessário. E ninguém se opõe. E ninguém protesta.

Chegou a hora de dizer BASTA!
Basta de violência gratuita.
Basta de bater a quem não se pode sequer defender.

Neste Carnaval tomei uma decisão, para que a minha consciência de apoiante da não-violência, de admirador de Ghandi e Luther King, de cidadão consciente e interventor perante as injustiças que se praticam à sua volta, e apelando a todos aqueles que comigo também defendem os valores da paz, não discriminação e, sobretudo, da não-violência, para que se juntem a mim, decidi criar a...


Sociedade protectora das PORTAS!

Ésse Pê Pê

Ésse Pê Pê
Ésse Pê Pê
Ésse Pê Pê
Ésse Pê Pê



José de Paiva

2017.02.28

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