18 novembro 2014
17 novembro 2014
16 novembro 2014
15 novembro 2014
14 novembro 2014
13 novembro 2014
12 novembro 2014
11 novembro 2014
10 novembro 2014
09 novembro 2014
08 novembro 2014
07 novembro 2014
06 novembro 2014
05 novembro 2014
04 novembro 2014
EUTANÁSIA
A propósito do suicídio de Brittany Maynard
Na minha óptica a
eutanásia mais não é que uma forma de suicídio.
Em Portugal o suicídio é crime.
É verdade que o único crime sem pena mas, mesmo assim, crime.
Porque a vida humana é inviolável.
Assiste-se, todavia, cada vez mais à defesa de actos atentatórios do valor supremo da vida humana. Após a despenalização do aborto (e eu até defendi a despenalização das mulheres que recorriam a este expediente mas, na verdade a despenalização transformou-se em legalização e legitimação da sua prática...), são crescentemente frequentes posições que defendem o suicídio assistido.
Tudo em nome de valores inferiores.
Neste caso é a pretensa liberdade de dispor do próprio destino, de fazer o que se quiser com a própria vida.
Interessante que parece escapar à maioria dos defensores da eutanásia que se o acto de nascer também lhes escapou em absoluto à própria vontade, porque raio é que a morte há-de estar na sua disposição?
Depois vêm dizer que é preciso ter coragem para praticar o suicídio.
Coragem? Desde quando é que fugir é um acto de coragem?
E para aguentar o sofrimento todo e esperar que o AUTOR DA VIDA disponha da obra da sua autoria, é preciso o quê?
Em Portugal o suicídio é crime.
É verdade que o único crime sem pena mas, mesmo assim, crime.
Porque a vida humana é inviolável.
Assiste-se, todavia, cada vez mais à defesa de actos atentatórios do valor supremo da vida humana. Após a despenalização do aborto (e eu até defendi a despenalização das mulheres que recorriam a este expediente mas, na verdade a despenalização transformou-se em legalização e legitimação da sua prática...), são crescentemente frequentes posições que defendem o suicídio assistido.
Tudo em nome de valores inferiores.
Neste caso é a pretensa liberdade de dispor do próprio destino, de fazer o que se quiser com a própria vida.
Interessante que parece escapar à maioria dos defensores da eutanásia que se o acto de nascer também lhes escapou em absoluto à própria vontade, porque raio é que a morte há-de estar na sua disposição?
Depois vêm dizer que é preciso ter coragem para praticar o suicídio.
Coragem? Desde quando é que fugir é um acto de coragem?
E para aguentar o sofrimento todo e esperar que o AUTOR DA VIDA disponha da obra da sua autoria, é preciso o quê?
Recomendo vivamente o texto seguinte da autoria de Kara Tippetts, uma cristã, também vítima de cancro, que se dirigiu a Brittany tentando explicar-lhe a razão da sua esperança.
Kara é também autora do livro:
Kara é também autora do livro:
Clique na imagem
03 novembro 2014
02 novembro 2014
01 novembro 2014
31 outubro 2014
30 outubro 2014
29 outubro 2014
28 outubro 2014
27 outubro 2014
26 outubro 2014
25 outubro 2014
24 outubro 2014
23 outubro 2014
22 outubro 2014
21 outubro 2014
20 outubro 2014
19 outubro 2014
18 outubro 2014
17 outubro 2014
16 outubro 2014
15 outubro 2014
14 outubro 2014
13 outubro 2014
12 outubro 2014
11 outubro 2014
10 outubro 2014
09 outubro 2014
08 outubro 2014
07 outubro 2014
06 outubro 2014
05 outubro 2014
04 outubro 2014
03 outubro 2014
02 outubro 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Livres
Jehovah Jireh

















































