EU FAÇO PARTE

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EU SOU CRISTÃO

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Inspiração Bíblica Diária

JESUS, o filme!

Jehovah Jireh

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24 fevereiro 2015

A "marca" do CRISTÃO




Hoje fiquei mais pobre!


 Prof. Luís Bento
22 de Julho de 1951 - 24 de Fevereiro de 2015


Nunca o conheci pessoalmente. Não foi preciso.
Hoje perdi um AMIGO! 
Descanse em Paz naquele cantinho onde só estão HOMENS com "H" muito grande!

19 fevereiro 2015

UM NOVO HOLOCAUSTO



O mundo assistiu há dias a mais uma acção ignóbil do chamado "Estado Islâmico" (IS).
Vinte e um egípcios foram decapitados por aquela organização terrorista pelo simples facto de serem cristãos. Foi apenas mais uma das suas já habituais chacinas. O mundo observa, critica, condena e...pronto.
No início do ano, uns poucos extremistas islâmicos, em França, mataram alguns cartoonistas ateus, um polícia islâmico e alguns judeus. O mundo parou para condenar e protestar. Gerou-se um movimento internacional de solidariedade, condenação e, naquele país, saíram à rua milhões de pessoas empunhando cartazes onde se podia ler "JE SUIS CHARLIE" numa identificação solidária com os cartoonistas do jornal satírico "Charlie Hebdo".
Foi bonito de ver. Eu próprio coloquei na minha página do Facebook a capa com aquela frase. E registei com agrado tal manifestação de humanidade.

Entretanto, o IS resolve pegar em 21 cristãos ortodoxos coptas e chaciná-los pelo simples "crime" de serem cristãos. E qual a reacção no mundo ocidental? A condenação "do costume" sem que, todavia, se gerasse qualquer movimento social ou outro qualquer de indignação. É verdade que os cristãos tem vindo a ser crucificados, apedrejados, empalados, degolados e esquartejados nos mais variados requintes de sadismo assassino que a história vem registando desde o primeiro século onde as suas entranhas dilaceradas por leões famintos faziam as delícias do sanguinário Nero no Império Romano.

A verdade é que a imagem do cristão como um potencial mártir é quase uma marca genética do ser-se cristão. Mas daí à quase indiferença social perante atrocidades como as cometidas por estes assassinos vai a distância da imoralidade e da demissão dos mais basilares princípios em que foi construída a chamada sociedade ocidental impregnada de princípios judaico-cristãos.
Não podemos permitir, sob pena de cumplicidade passiva, que um auto-proclamado "Estado Islâmico" pretenda fazer com todos os que professam outros credos ou não se alinham com as suas ideias assassinas, muçulmanos incluídos(!), sejam carne para canhão e se vá assistindo a um paulatino e novo holocausto sem que nos levantemos todos e, quiçá de novo como ALIADOS, punhamos um termo, de vez, a esta vergonha colectiva e a este ensurdecedor silêncio.

Subscrevo inteiramente as palavras de Ramez Atallah, director da Sociedade Bíblica do Egipto:

"Eu creio que jamais lerei o capítulo 11 de Hebreus novamente sem que minha mente seja tomada por aquela imagem de homens vestidos com macacões laranja com seus executores mascarados, de roupa preta, atrás deles, conduzindo-os.
(ler todo o artigo aqui)

BASTA!

Por mim, ostentarei, com "orgulho cristão" parafraseando o movimento francês do passado mês de Janeiro, a seguinte tarja:


José de Paiva
2015.02.19

02 fevereiro 2015

Ayn Rand


A 2 de fevereiro de 1905 nasceu em S. Petersburgo a filósofa e escritora americana Alissa Zinovievna Rosenbaum, mais conhecida como Ayn Rand, falecida em Março de 1982 em Nova York. Ficou famosa esta frase dela, que se aplica como uma luva ao que vivemos em Portugal nos dias de hoje:

"Quando te deres conta de que para produzir necessitas obter a autorização de quem nada produz, quando te deres conta de que o dinheiro flui para o bolso daqueles que traficam não com bens, mas com favores, quando te deres conta de que muitos na tua sociedade enriquecem graças ao suborno e influências, e não ao seu trabalho, e que as leis do teu país não te protegem a ti, mas protegem-nos a eles contra ti, quando enfim descubras ainda que a corrupção é recompensada e a honradez se converte num auto-sacrificio, poderás afirmar, taxativamente, sem temor a equivocar-te, que a tua sociedade está condenada. “


AYN RAND (1950)


31 janeiro 2015

30 de Janeiro de 2015


Meu filho,

Há pouco mais de 12 anos vi-me forçado a disciplinar-te com dureza.
Parece que tu, meu amado filho, não me ouves de outra forma.
As consequências físicas no teu corpo ainda hoje são visíveis e são permanentes.
Mas tu, meu querido, precisavas de disciplina. E tive que recorrer a um correctivo radical.
Como sempre, exerço disciplina e educo aqueles que amo como tu muito bem sublinhaste há dias quando recordaste esse episódio. A palavra que inspirei no versículo seis do capítulo doze da carta aos Hebreus assim o diz.
Mas não penses que não sofri. Eu sou o primeiro a sofrer quando tenho que disciplinar um filho. Mas faço-o por amor. Ou seja pela minha própria natureza.
Ontem, meu querido filho, fui novamente forçado a permitir que a tribulação viesse à tua vida através deste acidente de viação. Livrei-te, no entanto, de consequências físicas, quer a ti quer aos ocupantes da outra viatura envolvida.
E tu sabes tão bem porque o permiti. Eu quero, eu desejo tanto que estejas mais perto de mim. Que deixes o pecado, que me deixes reinar na tua vida. Tu bem sabes o que tem que mudar! E parece que só me ouves quando uso estes métodos.
Acabei de prover na tribulação anterior e dei-te vitória. Mas há ainda tanta coisa na tua vida que tem que mudar!
Trouxe também de volta a relação entre ti e teu pai terreno. E sei que está a ser tão bonito para os dois. Conforme me pediste, tu e muitos teus irmãos também a teu pedido, salvei a sua vida e o meu Espírito tocou no seu coração. Estou tão feliz de vos ver de bem um com o outro.
E eu sei bem como sempre amaste o teu pai.
Eu também sei como esta provação agora te é difícil de suportar. Igualmente sei que vais confiar em mim para o suprimento. O sangue do meu Filho Jesus Cristo justificou-te. E, como justo, tu vives da fé. E como bem sabes eu não falho. As minhas promessas são infalíveis e eternas.
Eu estou contigo todos os dias por toda a eternidade. 
Reafirmo-o. Confia em mim!

AMO-TE ABEL JOSÉ!

31 de Janeiro de 2015


Assinado,
Teu Criador, Pai e Senhor




18 janeiro 2015

12 anos depois...




Um dia Deus, farto da insensibilidade de um seu filho, resolveu exercer disciplina. Esse seu filho havia decidido partir da casa do Pai e por-se à estrada para enfrentar a vida sozinho e demonstrar a si próprio que podia ser cristão sem seguir propriamente a Cristo...
Ao fim de quinze anos Deus fartou-se da "brincadeira" e resolveu exercer a Sua autoridade de Pai.
A 18 de Janeiro de 2003 por meio de queda acidental aparentemente sem gravidade mas que se veio a revelar mais incapacitante e grave, Deus viu-se forçado a chamar a atenção desse Seu filho que, por constante e reiterada casmurrice, não parecia ouvir a Sua voz de forma menos eloquente.

E foi assim que há 12 anos atrás eu percebi, como nunca até aí, o mais profundo significado da parábola do filho pródigo.

Perdi o cotovelo direito mas, em troca, ganhei a Paz que advém da plena comunhão com o Pai.
Perdi mobilidade e força? Perdi!
Deixei de praticar o ténis que "adorava"? Deixei!
Mas o que ganhei não se compara ao que perdi! 
Mais uma vez e para sempre agradeço ao Pai por aquele acidente!

..."pois o Senhor disciplina a quem ama, e educa todo aquele a quem recebe como filho”

- Hebreus 12:6 (King James Actualizada)

JdP

Deus Não Está Morto

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